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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

VASOS, CAIXAS E BARRICAS

   Mesmo aqueles que afirmam não ter jeitos para plantas, podem tentar uma investida despreocupada na jardinagem de varandas. Os principiantes deverão adquirir plantas anuais comprovadas. Deste modo, os eventuais erros nos cuidados não irão causar danos muito graves. A vantagem é que, no ano seguinte, tudo pode ter um aspecto diferente.

 

 

( Apenas em casos excepcionais as esplendorosas plantas de barrica deveriam estar inseridas em grupos de plantas. Com espaço suficiente, o oleandro torna-seum verdadeiro chamariz.)

 

   O cultivo de plantas nas varandas e nos terraços é perfeitamente adequado para dar uma idéia das necessidades das plantas. No primeiro ano, escolhem-se simplesmente as espécies mais robustas; com as maravilhas, sardinheiras ou as petúnias é quase impossível fazer algo de errado. Estas plantas são  especialmente adaptadas para quem tem crianças em casa. É possível confiar os cuidados às crianças sem qualquer problema, dando azo até a um concurso de plantas com as flores mais bonitas.

   Também é interessante observar as maiores e as mais pequenas, a forma como decorre a vida das plantas em apenas alguns meses: desde que se semeiam ou plantam, na primavera, passando por um corpo de flores exuberantes no verão, até murcharem e morrerem no outono. Como mostra a experiência, os principiantes subestimam as dimensões das flores individuais, plantando-as demasiado próximas uma das outras. Regra gera, há que considerar o seguinte: as plantas pequenas, como as maravilhas ou verbenas, devem estar a uma distância de cerca de 15 cm, os pelargônios ou as petúnias precisam de, pelo menos, 20 a 30 cm de distância.

 

 

(Dispostos de forma talvez demasiado estreita e desordenada, os pelargónios, os brincos-de-princesa, as alegrias-da-casa e as verónicas espalham um alegre ambiente estival.)

 

   Um outro erro de principiantes igualmente típico é efetuar uma poda de forma bastante hesitante. muitas plantas cujo primeiro período de floração termina no Verão, podem ser ainda induzidas a uma segunda inflorescência, isto quando se podam os rebentos principais quase até a metade. De facto, este procedimento não se aplica a todas as plantas que dão flor continuamente até outubro_ nesses casos, deve-se simplesmente afastar as que estão murchas e mortas.

   Depois de uma estação bem sucedida, pode-se passar para temas mais difíceis, como o cultivo de plantas em cantos com luz fraca apropriados para as begônias ou para os brincos-de-princesa. Nestes casos, não se deve regar em demasia, de forma a evitar a decomposição  das raízes. Interessante é também o cuidado de plantas vivazes. Quando se trata de um exemplar em barrica esplendoroso, pode dar-se alterar um terraço todos os anos, simplesmente mudando-o de lugar. uma "varanda perfumada" torna-se também bastante cativante. Nestes casos, trata-se de dispor as plantas de acordo com os seus perfumes, completando-se umas às outras. Neste contexto, vale a pena explorar os pelargônios perfumados.

 

 

(Os brincos-de-princesa fazem parte das plantas tradicionais de varanda e terraço. Por isso, adaptam-se bem aos cantos entre a luz média e a luz fraca.)

 


publicado por Mel às 20:56

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Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

PLANTAS DE VARANDA E DE TERRAÇO

   Com uma varanda ou terraço, quase todos os sonhos de oásis verde_ ou melhor, colorido_ se tornam realidade, demonstrando a individualidade no mais pequeno espaço. Até há bem poucos anos, a palavra "varanda" estava associada a sardinheiras, mas hoje em dia existe uma enorme variedade de oferta de plantas com que se pode experimentar.

 

 

 

   O espaço limitado da varanda e do terraço constitui simultaneamente uma vantagem e  uma desvantagem, a limitação inevitável da escolha de plantas constitui um desafio anual. Para que o cultivo tenha um caráter harmonioso, há que se planear atempadamente. A primeira reflexão é válida para plantas vivazes. Depois de saídas da sua habitação de inverno, que plantas de barrica disponíveis podem voltar ao ar livre, quando e onde podem ser colocadas, de que espaço precisam, qual a sua tonalidade predominante? Por outro lado, que plantas ornamentais gostam da frescura do verão na varanda? Em volta destas protagonistas, formam-se grupos ao gosto de cada um, levando em consideração a exigência de luz. Os puristas optam por efectuar o seu cultivo com um tom de cores ou com diversas cores de uma única espécie. Todos os anos, há quem crie um novo "amontoado" colorido, aproveitando até o mais pequeno cantinho. Numa varanda como esta, não faltam nem o canto das ervas aromáticas nem a barrica com tomates ou morangos.

   Também causa um efeito  bonito dar tonalidades verdes à varanda de acordo com as características de uma determinada região, como por exemplo, uma característica mediterrânea com buganvílias, gênero citrus e oleandro. Os respectivos móveis da varanda, bem como vasos e outros acessórios típicos dessas  regiões, fazem o resto para criar um ambiente de férias no dia-a-dia.

 

 

(uma varanda pode ostentar um brilho colorido durante quase todo o ano, sendo que, no outono, os crisântemos e os Parthenocissus quinquefolia são capazes de assumir muito facilmente esta tarefa)

 

   Um aspecto importante no planeamento da varanda são as reflexões sobre a ordem segundo fases de floração, pois a pequena obra de arte só é realmente bem sucedida se houver sempre algo  de novo para adimirar desde a primavera até o outono. A harmonia da estação clara é criada, naturalmente pelos primeiros narcisos e jacintos, enquanto que no verão brilham os pelargónios ou as petúnias, sendo que no inverno são as ericáceas e crisântemos que assumem a encenação de cores.

   O período de férias também deve ser bem pensado. A maioria das plantas de varanda requer um cuidado intensivo. A rega diária torna-se um gesto obrigatório, sobretudo no pico do verão, sendo que algumas espécies especialmente com sede, como as petúnias ou as Datura suaveolens, devem ser regadas duas vezes aao dia. Numa ausência mais frequente, recomendam-se sistemas de rega especiais. Tão importante como a rega é afastar cuidadosamente as flores saudáveis das flores murchas, de forma a poder-se gozar de um esplendor floral exuberante e contínuo.

 

 

( se desejar transformar a varanda num oásis estival, pode aproveitar habilmente todas as dimensões. deste modo, as férias terão certamente de ser adiadas para o período frio do ano).

 

  


publicado por Mel às 19:27

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Quarta-feira, 22 de Abril de 2009

PLANTAS NA COZINHA E NO PÁTIO DA ENTRADA

   Hoje em dia, a cozinha não passa de mais um canto da casa aproveitado até o último nicho. Mas se houver uma janela não muito pequena, há que aproveitá-la para criar um local de contemplação do verde. também a área de entrada e as escadas são partes da casa que deixaram de ser tabu para as plantas ornamentais, mesmo se tiverem pouca luz.

 

 

A COZINHA

 

 

 

juntamente com a já referida tendência de cozinhas de pequenas dimensões, assistimos hoje em dia a uma maior ocupação da cozinha como espaço para cozinhar, comer e conviver. E neste espaço de convívio em que se tornou a cozinha, as plantas ornamentais encontram também o seu lugar. Que plantas resistem melhor às mudanças de temperatura quentes provocadas pelos cozinhados e às correntes de ar? Vale a pena experimentar uma cabeleira-de-velha em filigrana, de dimensões pequenas, com suas finas e delicadas folhas suspensas; ela precisa de um lugar com luz média, de muita água e de humidade de ar constante. O papiro, com um grande consumo de água, sente-se muito bem na cozinha, se houver espaço suficiente perto da janela. Também a Epipremnun pinnatun gosta de se alongar de um local elevado, um armário alto ou uma estante; também ela se contenta com um lugar pouco iluminado.

   Naturalmente, a presença do verde das plantas comestíveis torna-se especialmente agradável numa cozinha. É possível colocar propositadamente uma barra perto da janela com um recipiente cheio de ervas aromáticas.

 

PÁTIO DE ENTRADA

(corredores e vão de escadas)

 

 

 

( uma vez que o filodendro é pouco exigente, só não gosta de sol, pode ser colocado numas escadas)

 

   As plantas do corredor e do vão da escada apresentam-se como uma simpática saudação de boas-vindas aos visitantes. Naturalmente, neste ambiente de lusco-fusco. apenas se desenvolvem as plantas que não necessitam de muita luz. Uma vez que as temperaturas nestas áreas são mais baixas do que nos espaços de convívio, o seu número torna-se reduzido.

   É o caso do quase indestrutível clorófito, cujas as elegantes folhas verde-claras são capazes de iluminar o corredor. A Epipremnum pinnatun  é igualmente capaz de suportar a luz fraca e, como planta suspensa, torna-se também muito graciosa.

   A língua-de-sogra austera contenta-se com um lugar de luz média no corredor ou no vão da escada, tal como a aspidistra sem reivindicações, que já nos tempos da avó enfeitava a entrada.

   A arália gosta de passar o verão ao ar livre, num lugar com luz fraca, mas no inverno as suas folhas polidas e brilhantes produzem um efeito muito decorativo no vão da escada fesco ou no corredor. Com exigências bastante mais modestas relativamente à luz, surge a tradescância, com seus ramos pendentes e belas folhas. Se houver um lugar disponível para um cesto pendente ou uma borda elevada, esta planta de crescimento exuberante deverias ser colocada algures no pátio de entrada ou no corredor. O espargo-feto, uma bela aparição para alegrar corredores ou pátios de entrada tristes, espalha prontamente seus rebentos num local com luz média. Todos estes lugares são proprícios para as plantas que gostam de hibernar em locais frescos.

 

 

 

( para um corredor algo espaçoso, a costela-de-adão, de dimensões gigantescas, é exatamente a planta certa, proporciona uma agradável passagem para o andar seguinte.)

 

 

 


publicado por Mel às 22:15

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Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

PLANTAS NO QUARTO E NA CASA-DE-BANHO

   Durante muito tempo, pensou-se que se devia abdicar das plantas nos locais onde se dorme. Se o quarto estiver enfeitado com poucas plantas, o consumo de oxigênio durante a noite não constitui problema_ apenas o perfume forte das plantas de flor se poderá tornar incomodativo. Por outro lado, as plantas de folha fornecem oxigênio durante todo o  dia. o fato de a casa-de-banho ter-see tornado um local com plantas, é uma descoberta relativamente recente.

 

QUARTO

 

 

 

 

( quem gosta de plantas, não dispensa o efeito calmante e ao mesmo tempo cheio de vida, mesmo nas áreas mais íntimas. Porém, para um sono tranquilizador e cheio de oxigênio, deve-se limitar o número de plantas no quarto.)

 

   O ambiente de um quarto de dormir vai de encontro às necessidades de muitas plantas, pois é uma divisão fresca no inverno e, normalmente, está voltada para este ou nordeste. por exemplo, as Ficus benjamina sentem-se bem no parapeito, conferindo ao quarto uma bela e luminosa tonalidade verde. Mas também a graciosa Ficus pumila, com seus longos rebentos descaídos, ficaria com um aspecto encantador em cima de um estrado alto. Os quartos voltados para norte com pouca luz são ideais para as plantas que se dão bem com a luz fraca, como por exemplo um feto exuberante ou uma Epipremnum pinnatum. O papiro confere a esta divisão mais humidade, bem como uma inisunuação de exostismo próprio ao Extremo Oriente. Esta planta requer um lugar próximo a janela e água em abundância no prato. As plantas com flores perfumadas não devem, em caso algum, fazer parte da decoração de um quarto.As plantas não são recomendáveis nos quuartos de pessoas com alergias. Possivelmente, podem reagir não só ao pólen, mas também ao bolor que se poderia formar na mistura ou nas bolas de barro de uma planta de hidrocultura. De uma forma geral, esta divisão só deve ter uma única planta.

 

CASA-DE-BANHO

 

 

( conceber a sua casa-de-banho como lugar para as plantas é uma questão de hábito. Se pensarmos bem, existem por todo o lado superfícies para plantas, pelo menos, plantas em miniatura)

 

   Obviamente nem todas as plantas de flor ou de folha se adaptam às casas-de-banho, uma divisão exposta a temperaturas relativamente altas e uma humidade do ar acima da média. Mas algumas espécies, oriundas de regiões tropicais, encontram-se aqui no seu elemento.

   De seguida, apresentam-se algumas plantas que melhor se adaptam às condições das casas-de-banho: para os lugares afastados da janela, adaptam-se bem a avena-cabelo-de-vênus, com suas frondes verdes e graciosas,  a temperatura não deve ser inferior a 18º C, sendo que, no inverno, a temperatura ideal situa-se entre 20ºC e 22ºC. A Epipremnum pinnatun também precisa de calor, ostentando-se com temperaturas situadas entre 17 e 20ºC, no verão, e entre 20 e 24ºC, no inverno. Para uma decoração com apenas uma planta, e no no caso da casa-de-banho ser escura, a sapatinhos é ideal, preferindo temperaturas superiores a 17ºC no verão, enquanto que no inverno, se desenvolve bem com 18 a 22ºC. A falsa-hera de duas cores funciona como um belo chamariz numa casa-de-banho. Uma temperatura entre 18 a 20ºC no verão também não apresenta qualquer problema; no inverno, a temperatura deve situar-se entre 15 e 25ºC. A falsa-hera anseia por um lugar na primeira fila perto da janela. Quando colocado num local claro, o fet-ninho dá folhas largas. Porém no inverno a temperatura não deverá ultrapassar os 20ºC.

 

 

 

( a humidade do ar especialmente elevada, típica das casas-de-banho, combinada com temperaturas acima da média, torna esta divisão o local  ideal para os fetos)

 

 

 


 


publicado por Mel às 16:41

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Terça-feira, 14 de Abril de 2009

CONDIÇÕES DE LUZ

   Quanto maior for o espaço, mais atrativa e única pode ser a sua decoração com plantas. E se houver ainda uma fachada de janela ou janela grandes de ambos os lados do espaço que permitam que a luz entre à vontade, é possível dar largas à imaginação.

 

 

 

 

   Antes de equipar uma divisão com plantas, tome em consideração que a claridade que existe perto da janela_sobretudo se esta tiver uma cortina_ é muito  atenuada, mesmo que isso não seja perceptível a um primeiro olhar.

   Por isso, à direita e à esquerda da janela de uma sala-de-jantar ou de uma sala-de-estar, será melhor colocar plantas que se desenvolvem em áreas com luz média, como por exemplo uma espadas-de-são-jorge num estrado ou uma Scheffera, com as formas graciosas de suas folhas. Mas também é possível colocar várias violetas-africanas num só cesto nos locais poucos favorecidos pela luz, como chamariz.

 

  

( Quem se orgulha de possuir estes exemplares faustosos, deve utilizar um vaso cuidadosamente escolhido para criar uma impressão geral perfeita)

 

   Importa saber que a claridade de uma divisão diminui rapidamente. Assim, não se devem colocar longe da janela as plantas adaptadas a lugares com luz solar e com claridade do dia. Na mesa da sala-de-jantar ou da sala-de-estar não deve haver, portanto, nenhuma gloxínia ou prímula em flor, nem nenhuma flor-da-quaresma ou a folha-da-fortuna impetuosa, por muito gracioso que seja o efeito criado. Estas plantas podiam dar-se mal com a falta de luz permanente. Menos necessitadas de luz e, por isso mesmo, adaptadas a uma cômoda ou local de refeições algo afastadas da janela, são as já referidas violetas-africanas ou uma Primula vulgaris.

 

 

 

 

 

( Estas plantas gostam da iluminação discreta à sua essência e fazem um elegante efeito ao ambiente)

 

 

   Se não houver um parapeito de janela amplo, as plantas ornamentais de crescimento exuberante adaptam-se a qualquer lugar da divisão. Próximas de uma bela peça de mobiliário, de um candeeiro singular, de uma parede branca ou acompanhadas de outros adereços, são capazes de revelar uma aparência particularmente decorativa; a beleza de sua forma ou estrutura torna-se especialmente evidente num local exposto. Assim que são afastadas da janela cerca de 1 a 2 metros, estas gigantes que fazem parte ds plantas ornamentais (são quase árvores) têm de suportar totalmente a luz fraca.

   Entre as plantas grandes que têm uma elevada necessidade de luz, contam-se as esparmanias, parentes da árvore-da-borracha, as arálias-elegantíssimas, a Cycas revoluta ou ainda as Radermachera sinica. Devem, por isso, estar à janela e dispor de tanto espaço quanto possível em seu redor.

   Entre as plantas de grande por te que suportam a luz fraca, contam-se as compridas Howeia, as falsas-heras ou a vinha-hera , a Chamaedorea elegans ea costelas-de-adão, com suas típicas folhas gigantes. O dragoeiro também pode atingir alturas consideráveis, suportando moderadamente a luz fraca.

 

 

 

 

   Caso estas plantas, quase denominadas de árvores ornamentais de interiores, atinjam a fronteira que coloca o seu de extensão à altura do teto ou de uma peça de mobiliário em muitos casos pode-se fazer-se o uso de uma tesoura de poda. Esta é uma tarefa fácil quando se fala da esparmania; a partir dos rebentos cortados, é possível cultivar novas plantas. Também é possível trabalhar a ramagem da costela-de-adão e da Radermachera sinica, a bela planta oriunda da China. Quando se trata de palmeiras que atingem grandes alturas, a solução já não passa por cortar. Nestes casos, deve-se providenciar atempadamente uma solução, colocando a planta num recipiente pequeno, depois do reenvasamento, e cortando ainda algumas raízes.

   Por muito que as plantas ornamentais verdes e florescentes em nossas casas aumentem também a qualidade de vida, não é aconselhável colocá-las ao acaso no parapeito da janela nem pela divisão, por vezes, a quantidade não tem qualquer significado. Uma planta de folhas especialmente decorativa precisa de espaço suficiente para sobressair, assim como uma planta de flores atrativas só poderá ostentar todo seu fascínio se estiver isolada. É o caso, por exemplo, de uma beleza tão nobre como é a gardênia (outras plantas, como por exemplo a prímula ou a violeta-africana, só mostram todo o seu charme quando inseridas num todo) em quantidade excessiva essas plantas seriam prejudicadas não só na sua impressão geral, mas também na sua satisfação. Além disso, a plenitude do amante de palntas poderia tornar-se rapidamente num fardo.

 

 

 

 

( tal como muitas outras plantas de porte robustas, também o gênero ficus é capaz de suportar um corte radical quando ameaça ultrapassar as fronteiras do espaço que lhe é destinado)

 

 


publicado por Mel às 22:08

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